19.3.13
Pai_a_dor
12.1.13
In media RAR
Do meio do meu tiro o teu nome e fica tudo não na mesma mas inteiro
A um cigarro de distância está o nosso paradeiro
Que é sempre um próximo passo
E havendo uva sempre haverá engaço
Turva está a força do teu braço e a destreza do teu nasso
Na mesa nada pões de teu só embaraço plástico e em que espaço
Comes o pão que amasso – com que dentes, pergunto, ó meu
Com os que com que te entreténs sorrindo desagravos
Como que emitindo recados de diferentes significados
Todos os que o outro – quem? - escolha dando logo por errados
Tudo isto presumindo que há lugares sentados
Enganaste-te na sala, faz a mala tu e os teus apaniguados
Que não há estados, emirados, reinados, democratizados, condados, principados, republicanos proclamados que te valham, só te malham
Estás admirado?
Se sobrevivo, dize, não é senão pelo que reconheço sempre que os ruídos são silenciados
Pelo que reconheço, dize, quando os juízos não são considerados
À margem dos preceitos realmente revelados
E os mestres ao alto de cada não precisem de certificados
Corações que sabem para onde as orações passos e acções são direccionados
E não esperam fins de mundo fabricados
Mas um mundo em que os tiranos foram derrubados
E sem idolatrados
Finalmente libertados
Cordeiro e lobo aninhados lado a lado
Não sem antes, agora, a faena ter como toureiro o touro e o humano no centro da arena
Embora
Cada qual experimentando sua cena
A título conjunto, a maior parte, destarte
Dentro de um círculo Descartes em tributo a Marte
Com tal arte que já trocas o que não quebra pelo que parte
Até que acordes e pressiones start
Não te impressiones se decidir levar-te
Pára então um pouco e deixa-me apanhar-te
O encontro está marcado em todo o relógio parado
Duas vezes certo ao dia é um começo, Gustavo
Se dermos corda ao chinelo, o que há a pôr no prelo
Já está escrito – estás preparado?
Em suma vais daqui além, teu ponto de mudado
Assembleia ao intentado
Solicitado pé-de-meia estilizado ó Dulcineia
Acaso estás de barriga cheia
Alguma vez houve jejum vocemesseia ~?
Ou meramenteo tomaste por ideia
Para ti e para quem tudo são conceitos
A proliferação destes versos de fura peitos
Que seja como musgo em certos parapeitos
Regressa ao teu umbigo se segues querendo dois objectos e sujeitos
Que aqui unificámos a mensagem, compactada sim, mas sem rarefeitos ares
Se o beat se repete e já aborrece assim são os mares
Quando em perigo o que darás para lembrares ~?
Diz tudo mais lentamente como prece
E vais ver que é muito mais que o que parece
- Que é o que aparece? -
Traz a tua aparição no bolso, não te faças mouco
Insosso
Moço
Ajuda antes aqui a remontar o poço adobeiro
O nosso capital é de quem quer, mas estrangeiro
Na própria terra
Convidados a emigrar onde quer que seja a guerra
Nesta era terminal
Contra a marca bestial
Pelejar
É enquanto estás trocar de tintas
Religando uvas
O pintar pelo caiar rectas por curvas
Da direita para a esquerda
E por aí fora
31.12.12
Xin City
Não estejamos só pr’acender velas
9.8.12
Weird Weeds needs no titles
17.4.12
14.12.11
16.11.11
SMS
Texto a linkar,aqui; again, props pró Sagopa Kajmer p'lo fomento instrumental.
6.11.11
ANTitese
5.7.11
1.3.11
HardEscoado
Achas que nunca pior mas há contas fora de balanço
Ainda que passes por elas a ti não te cheira a ranço
Andas com o olfacto treinado – onde é que aprendeste a ser tão fiiiino
Lost tipo? Com o nariz no poste tipo já foste
Comendo de escoado e contos Na(f)tal-hinos, meus meninos
A esquadro os pontos no mapa tal – pelos do avental
Menires de luz extemporânea – sim, os obeliscos
Nada disfarçada traça advent-ista
Por exemplo Roma & Vaticano vs. S. João Baptista
E com ele todo o muçulmano contra o refundimento ateísta
Assaz comprometido com alarves desígnios
A esclarecer da origem aos presentes tirocínios
Por comparação e com as redes ligadas
Além da imprecisão das mentes sugestionadas
De séculos e séculos latindo latinórios ladainhas, o vernáculo é outro, outros ex-votos, alminhas
Para quem as divisões Entrecampos não são senão diversões para entreter multidões de sujeitos peitos apunhalar derreter congelar corações
Cosmovisões mutações descarregando morais considerações por murais fake-de-composições
A descoberto a sanguinária veia recortada deixando dos olhos espelhados escolhos do monólito moderno reinando – e vivas ao presidente dando
E a todos os que o seguem os remeto para inverno tal geada sobre sua política – lixo – de terra queimada
A nasaladas vozes e em produtos lo-fi sem masterizações o que sai – saem amestradas canções campestres registos de intenções que pretendem gerar comoções pedestres de compassos arrojados, para tal e como tal os termos sendo passados nos crivos almariados de dia-a-noites tripados
E ademais preparados
Massivos endoutrinados
Palmas pré-gravadas e pré-fritas batatas desde a pré vestindo as batas malapatas de barras chips pares de jarras clips que até te apagas – do comum se fazem chagas
Quando os pagodes por defeito
Em jeito de calendário
Te põem a contar com os pagodes dos eleitos
Em jeito plebiscitário
Às cores amores e ao que decores e corrobores - de tudo isto pastores
muito literalmente incorporando a marca nova orgulhosamente ostentando
a descoberto a sanguinária veia recortada deixando os olhos como espelhados escolhos do monólito moderno
queimando toda a chance de não estar a soldo de um tirano, Portimoneiros vamos embora
Olhando lá pra fora da prisão da hora protestante capital demora
E ora de orar
Cortar o mal pela raiz é ligar o que está ao que se diz
por que é que a etimologia há-de ser estranha ao petiz e por conceito o defeito em riste que é o formato em curso em que o conduto é o recurso e
escuta
o embrulho e as prendas às mãos cheias nunca na puta da tua vida te lembrarão ideias ligadas
Porque uma vez aberto o presente intoxicadas deslocalizadas os sencientes prementes agentes trocadas viradas generalistas, introduz aqui o termo a gritar contra conquanto acabe em istas e tais camisolas nã vistas quais turistas parolões nunca ousando sair dos entabulados guiões de auto designadas uniões, da auto designada união
Não ladres apenas ó cão, que os dentes mesmo ou sobretudo tortos não servem só pra dar d
entadas em animais mortos sabe Deus como, sem invocar seu nome o que comes faz pior que passar fome
