13.4.17
6.2.16
Não-ficcionado
Note to self -- Note too self -- Note to shelf
E assim se constrói um índex.
Legenda: -- = travessão ----------> note to OS (a ler em POR com -- e a pôr -- circunflexos e tudo .........
um dia a côr volverá intrínSECA
CEGARREGA
segue a regra
SEGA, SEGA
MEGA -- GINGA: MEGA-GINGA. Não-ficcionada.
E assim se constrói um índex.
Legenda: -- = travessão ----------> note to OS (a ler em POR com -- e a pôr -- circunflexos e tudo .........
um dia a côr volverá intrínSECA
CEGARREGA
segue a regra
SEGA, SEGA
MEGA -- GINGA: MEGA-GINGA. Não-ficcionada.
14.1.16
(16x2)+1
Enfilade Groupie
Take Me To Your Leader Stripped Of Its Coverings
Eat This Year’s Beat
Anytime
Pore Beauty and Bleeding
One Eye Media Gadget Arms
Fun 9
Tied and Twist Maia
…the beginning Playing with Colour
Gauge (?) Nunca! Jamais!
Etiquetas: actualização, citaÇ, dj, este-são, ing, substância partilhada
10.6.13
A paixão do arminho
Lembrou-se o MC de colonizar este entreposto, que há já uns bons tempos pouco mais parece servir do que alojamento para suas rapadas performances, que devem mais ao real do que ao eixo trinitário que norteia (qual!, que SUL_qu'EIA!) este blog desde a sua incepção. Deambulação-Alucinação-Comunicação, creio que assim, nesta ordem e tudo, não serão propriamente os atributos do dito cerimonial, ou o seu fio condutor. Não admira que tanto (mais) tenha ficado por dizer por entre os entretantos das goteiras de chuva e demais elementais sinestesias.
*
Ora entre as muitas cenas a fazer, parte não despicienda tem que ver com colher impressões de uns tantos livros lidos há mais ou menos dias. Bater umas tantas citações já referenciadas. Ao fazê-lo, poderei enfim tirar os tomos da secretária e devolvê-los à estante. Alguns destes, por certo aqueles que mais justificam a recolecção a fazer, têm que ver com trabalho. Nada ao acaso, porém, terão que esperar pelos romances, cuja colheita, teoricamente, demorará menos a fazer.
*
Engano-me à grande com este jeito descritivo, mas não a ti, meu velho leitor. Tu sabes melhor que eu do que se trata afinal nestas delongas. Tu sabes, melhor do que eu, que há invólucros que se não devem tocar tampouco. Mais sabes ainda, esticando a pele da metáfora, que até a tambores se pode aplicar tal directiva - e não sob a ameaça do ruído. Ninguém é o xamã de si próprio.
*
Entre meros três apontamentos decorrentes de leitura que conta já quase um ano, quis o destino recapitular a meus olhos a paixão do arminho. Relendo o par de páginas que a introduz, que a evoca, algo se rela também, não sei, não sei:
- Mas pense nele,
em seu cunhado, na sua situação ...
- Pense?
- Sim! não tem
pena dele?
- Sim, tenho. E
por isso o ajudo e o amparo. É como outro meu filho.
- Ajuda-o...,
ampara-o...
- Sim, amparo-o e
ajudo-o a ser pai...
- A ser pai..., a
ser pai... Mas ele é um homem...
- E eu uma
mulher!
- É fraco...
- E eu sou forte?
- Mais do que
deve.
- Mais do que
devo? Ser uma mulher forte?
- É que essa
fortaleza, minha filha, pode por vezes ser dureza, ser crueldade. E é dura para
com ele, muito dura. Não o ama para marido? E que importa? Isso não faz falta
para casar-se com um homem. Muitas vezes uma mulher tem de casar-se com um
homem por compaixão, para não o deixar só, para salvá-lo, para salvar a sua
alma...
- Mas eu não o
deixo só,,,
- Sim, sim,
deixa-o só. E creio que me compreende sem lhe explicar mais claro.
- Sim, sim,
compreendo-o, mas eu não quero compreendê-lo. Ele não está só. Quem está só sou
eu! Só..., só..., sempre só...
- Mas já sabe
isso de que «mais vale casar que abrasar...»
- Mas não me
abraso...
- Não se queixa
da sua solidão?
- Não é solidão
de abrasar, não é essa a solidão que alude, padre. Não, não é essa. Não me
abraso.
- E ele
abrasa-se?
- Que se
refresque no cuidado e amor de seus filhos.
- Bom; mas sabe o
que quero dizer.
- Demasiado.
- E se não,
digo-lhe ainda mais claro que seu cunhado corre perigo, e que se cai nele, a
culpa é sua.
- Minha?
- Está claro!
- Não vejo tão
claro. Como não sou homem...
- Disse-me que um
dos receios de casar-se com seu cunhado era o de ter filhos dele, não é assim?
- Sim, assim é.
Se tivéssemos filhos, chegaria a ser, quisesse ou não, madrasta dos que a minha
irmã me deixou.
- Mas o
matrimónio não se instituiu só para fazer filhos.
- Para casar e
agradecer a Deus e criar filhos para o céu.
- Agradecer a
Deus... Percebe?
- Apenas...
- Viver em graça,
livres de pecado.
- Agora ainda
menos percebo.
- Bom, pois que é
um remédio contra a sensualidade.
- Como? Que é
isso? Quê?
- Mas, porque
fica assim?... Porque se altera?...
- Que é o remédio
contra a sensualidade? O casal ou a mulher?
- Os dois... A
mulher... e... o homem.
- Pois, não,
padre, não, não e não. Eu não posso ser remédio contra nada! Que ideia é essa
de considerar-me remédio? E remédio... contra isso! Não, creio que valho
mais...
- E se antes de
ter perguntado a sua irmã lhe tivesse perguntado...
- A mim? Antes?
Quando nos conheceu? Não falemos mais, padre, que não nos podemos entender,
pois vejo que falamos línguas diferentes. Nem sei a do senhor, nem o senhor
sabe a minha.
E dito isto, levantou-se do
confessionário. Custava-lhe andar; tão doridos tinham ficado os joelhos do
ajoelhar. E ao mesmo tempo doíam-lhe as articulações da alma, e sentia a
solidão mais intensamente que nunca. «Não, não me percebe – dizia para si -,
não me percebe; homem, enfim! Mas, percebo-me eu mesma? Percebo? Amo-o ou não o
amo? Não é isto soberba? Não será a triste paixão solitária do arminho, que
para se não sujar não se deita a nado a um lodaçal para salvar o seu
companheiro?... Não sei..., não sei...»
(:68-9)
Miguel de Unamuno. A Tia Tula. Verbo [Livros RTP, nº 11]
Etiquetas: actualização, citaÇ, descrição, direct-ifs, ing, recolecção, sentido, silêncio, substância partilhada, titl
19.3.13
Pai_a_dor
Estamos tristes porque a fruta desta altura apodrece nas
árvores e as cliques de elite dão-nos ditaduras práticas e o que aparece nos
mármores de acesso à casa do povo é já sangue, logo
Duas de letra para memória futura e estamos exangues
Num desemprego persistente mas felizmente não passamos
fome, ó filho do homem
Que ideia, quem disse que o alimento é só matéria Mentiu
com quantos dentes tem na boca, puta que pariu Quem define por defeito p’la
bitola dos seus olhos e do seu conceito
De aguentar - ai aguenta aguenta –
Pudera, Ülrich, Belmiro e os capatazes do governo
Corridos a tiro todos seria o menos
Já tenho dito e mantenho, Melhor que a forca é a força do
trabalho para tais sujeitos, À moda de antanho abrindo valados a eito, Por tuta
e meia, claro, um naco de pão e um pouco de água, Aí uns 300 paus de guita já
chegava, não?
Abatendo os reformados e conduzindo os diplomados para as
sedes do protectorado
Eis a constituição
Estão lembrados do Durão
Esse cherne da tanga
Queria era o que tem, um lugar na comissão na manga do
euro-directório
Para tal a única condição foi mesmo deixar os seus
supostos anteriores constituintes no purgatório
Longe vão os tempos em que puto acenava com maoísta
reportório!
Já o outro, antes, era o pântano, era
E agora, que é feito dessa megera?
Comissário, também e dos altos, muda só a sigla
Refugiados, ãh? Volta e meia diz coitadinhos e siga;
Ou vejamos, que sabemos por ele, por exemplo, da Síria ao
presente
Que tal se está na pele de um egípcio no Egipto
actualmente
E na Tunísia em que supostamente tudo começou
Diz
antes Bahrain
[go go go]
Qual quê, estamos tramados porque agarrados ao fluxo da
nova ordem
Desse repuxo tudo vem cadenciado e é lógico, se buscas de
outro modo vês que é decretado, automático, ‘tás errado
Onde é que está a Palestina feita estado viabilizado
Consegues vê-la nos escombros do apartheid sionista
sancionado? e passado em revista pelo comandante-em-chefe de tempos a tempos -
In God We Trust afirmam eles mas luciferiano é o que
sentem estas chefias -;
Tão poucos, abre a pestana, são os que as desafiam
Começa por enumerar os que ao sistema bancário
internacional Não cederam a soberania monetária do seu quintal E não confundem
minguante com crescente
Não é só um problema de lentes, mas decerto precisamos de
docentes diferentes e de ser consequentes: Desta feita deixa os cravos no
jardim e rasga o pano com os dentes!
O Chipre é o cipreste que assinala o fim
Quando chegar a Tiro deixarei toda a Europa de mim
Etiquetas: actualização, este-são, ing, lyrics, mc, substância partilhada, titl
7.2.13
12.1.13
In media RAR
Do meio do meu tiro o teu nome e fica tudo não na mesma mas inteiro
A um cigarro de distância está o nosso paradeiro
Que é sempre um próximo passo
E havendo uva sempre haverá engaço
Turva está a força do teu braço e a destreza do teu nasso
Na mesa nada pões de teu só embaraço plástico e em que espaço
Comes o pão que amasso – com que dentes, pergunto, ó meu
Com os que com que te entreténs sorrindo desagravos
Como que emitindo recados de diferentes significados
Todos os que o outro – quem? - escolha dando logo por errados
Tudo isto presumindo que há lugares sentados
Enganaste-te na sala, faz a mala tu e os teus apaniguados
Que não há estados, emirados, reinados, democratizados, condados, principados, republicanos proclamados que te valham, só te malham
Estás admirado?
Se sobrevivo, dize, não é senão pelo que reconheço sempre que os ruídos são silenciados
Pelo que reconheço, dize, quando os juízos não são considerados
À margem dos preceitos realmente revelados
E os mestres ao alto de cada não precisem de certificados
Corações que sabem para onde as orações passos e acções são direccionados
E não esperam fins de mundo fabricados
Mas um mundo em que os tiranos foram derrubados
E sem idolatrados
Finalmente libertados
Cordeiro e lobo aninhados lado a lado
Não sem antes, agora, a faena ter como toureiro o touro e o humano no centro da arena
Embora
Cada qual experimentando sua cena
A título conjunto, a maior parte, destarte
Dentro de um círculo Descartes em tributo a Marte
Com tal arte que já trocas o que não quebra pelo que parte
Até que acordes e pressiones start
Não te impressiones se decidir levar-te
Pára então um pouco e deixa-me apanhar-te
O encontro está marcado em todo o relógio parado
Duas vezes certo ao dia é um começo, Gustavo
Se dermos corda ao chinelo, o que há a pôr no prelo
Já está escrito – estás preparado?
Em suma vais daqui além, teu ponto de mudado
Assembleia ao intentado
Solicitado pé-de-meia estilizado ó Dulcineia
Acaso estás de barriga cheia
Alguma vez houve jejum vocemesseia ~?
Ou meramenteo tomaste por ideia
Para ti e para quem tudo são conceitos
A proliferação destes versos de fura peitos
Que seja como musgo em certos parapeitos
Regressa ao teu umbigo se segues querendo dois objectos e sujeitos
Que aqui unificámos a mensagem, compactada sim, mas sem rarefeitos ares
Se o beat se repete e já aborrece assim são os mares
Quando em perigo o que darás para lembrares ~?
Diz tudo mais lentamente como prece
E vais ver que é muito mais que o que parece
- Que é o que aparece? -
Traz a tua aparição no bolso, não te faças mouco
Insosso
Moço
Ajuda antes aqui a remontar o poço adobeiro
O nosso capital é de quem quer, mas estrangeiro
Na própria terra
Convidados a emigrar onde quer que seja a guerra
Nesta era terminal
Contra a marca bestial
Pelejar
É enquanto estás trocar de tintas
Religando uvas
O pintar pelo caiar rectas por curvas
Da direita para a esquerda
E por aí fora
Quando voltar já
sabes que fui embora
Etiquetas: actualização, este-são, ing, mc, tempo
31.12.12
Xin City
Porque todos os dias são vésperas:
Esta é da cidade
Dita em verdade
como qualquer parte não
Como a parte que
pisas em vernáculo o chão
O mundo em
decomposição
Na composição do
teu rincão
Ou melhor dizendo
a percepção
De estares numa
prisão
A sensação de um
vão andante a ilusão instante
Repetição
incessante
Inenarrada neo
solução rapada da Bairrada
Errante daqui a
nada
Prefaciada está
Em casa uma
coisa, ao lar alteridade, pá!
Crivo não tenho
mas vá
De antanho cá
De virar cenas
Apenas
Se queres dar o
desconto
Olha mais para o
que não digo quando aponto
Que mais que o
que jaz o que subjaz encontro
É ponto assente
no pó que não rende senão ao que não entende
Do que se fala
aqui é do que se faz aqui
Com um senso mais
que lato, mata
Com um senso mais
que lato, ri
E desata com um
senso mais que lato posto para ti
À pergunta viste
respondendo vi
Mas à escala de
si, de louca
Que na escola foi
tão pouca
Revolta
Refaz
Rapaz
Se és capaz se és
capaz se és capaz
Se és capaz da
revolta rapaz, refaz
Entre crentes não
há capataz
Entredentes
disseste mas bem alto fizeste então satisfaz
Satisfarás
Pela paz sim
guerra não que ideia
Resistente emula
a aranha e sua teia
A abelha em sua
colmeia
Desse jeito de
quem se alheia
Só de si seja, do
ti próprio que sobeja
Dá-te a conhecer
se é sob a luz do artifício que o teu ego mais fraqueja
Então não pode
bem ser (queres lá ver) esse o sacrifício que o teu peito almeja
E que dúvida
existe confrontando ambos?
Se só aquele que
em riste aos próprios desmandos não assiste
São regras são de
excepção
Não regas difusão
reinas confusão
Não
São regras de ter
pão e coração
Estranhas tão
só a quem não
então? -
O dito móvel tem
ligado -
E faz religião de
um bocado ajoelhado
De um cartão de
associado
De um atestado
papado ou de um secretariado
De um testamento
dilapidado
De um mau bocado
ter ditado o ter pago mas nunca a rendição de ter acreditado
Tens tanto
orgulho de jazer em vida e de dizer nem morto querer saber de ser enterrado
Por às grilhetas seres
livre de gritar por um bocado
E de asneirar e
de asneirar e de asneirar
Mas que rezar
O que está a dar
É relativizar
tudo
Menos relativizar
Tu não te safas
sem
A secular farpela
Quem?
Conquanto não
incomode ninguém?
Somos assim a
milhões de primeiros atiradores de pedras
Os primeiros
socorros e as caridades primevas
Mas ao estalar do
reboco de tão modernas merdas
De nada servirão tais
reservas
Pois está escrito
há séculos, no livro que tanto apregoaste em tempos de caravelas
Que dizes que
levaste por elas mas que ocultaste, tu que em gerações de copistas sionistas
apostaste e transformaste perguntas em respostas
Dando a comer ao,
como dizes, povo
O admirável mundo
novo
Ainda ontem
celebrado
Em estádio
avançado
Esse alto trama
Endemoninhado é o
que tem Obama do seu lado
E em Portugal os
mais que vemos os mandados
Paus e couves de
Bruxelas
Mas nós s’inda
aqui estamos
Não estejamos só pr’acender velas
Não estejamos só pr’acender velas
Se esta é da
cidade
Qual
A ocidental
Quint’essencial
Sim
Mas no sentido de
quintal
Portanto campo
Que não campeador
Assim, adeus ó
Cid, Nortada
Chegou o tempo do
Alor, cambada;
Etiquetas: actualização, este-são, ing, mc, substância partilhada
9.8.12
Weird Weeds needs no titles
Etiquetas: actualização, clip, dj, este-são, substância partilhada, titl
17.4.12
14.12.11
16.11.11
SMS
Pastilhas com areia mascadas tecladas bacoradas de metas fulminadas ou desestruturadas
Em menos de nadas tudo nadas vendidos apropriados bandidos em estados travestidos de estados unidos e slogans batidos nos vários formatos de tela assumidos pela patela populacional
O tal povo que se unido – ESTADOS UNIDOS – jamais será vencido
Mas do HAMAS quanto muito diz que perigo e no estado sionista nomeia um amigo – lá está, mas deve ser varrido do mapa – visivelmente claro – lá está [REDUNDA] – tomando partido o partido dito unido da Europa, que na Tuga tem expressão rota e o germe da impressão da derrota na impressão 5ntessencial do quintal de Portugal quase banida da escola ou remetida para inócua narrativa adversativa de um caminho teste proximal alento versus vezes o cimento e as ditaduras de demo- cracias mancias podres alfobres de cento tormentos
Que aos fins e aos cabos os nossos trabalhos são como cadilhos de mortos vivos caudilhos diplomados em ter tempo e achar acasos nos dados dados
Especializados em pô-los desligados
E com solidéus desesperados perfeitamente identificados
Tipificados tipo Lineus de sete noves fora zero costados
Ou se tanto quando actualizados
Darwinistas fracassos
Sendo o resultado de gerações de devassos
Hipotalo palhaços
Modernistas
Que eu gravo em 4x4 pistas
Para exemplo tu:
O teu umbigo patriota
Por muito poliglota que te apareça o menu
Na hora da verdade o que dás não és tu
E na volta dás o puído pu-ismo de humanizados sismos, digo os cismas de Niceia em diante como compartimentos estanques que abafam o revelado e confundem o certo com o errado, o revogante com o revogado
E desconsideram que mais que enrascado o SMS é que é o partido mais votado
Que parte e de mão de-parte o que não reparte
Sinais Mensagens Sibilantes
Semeares Motivos Sextantes
Serpentes Metades Sussurrantes
Situações Mais Simulações
Somados Mantras Sitiados
Santuários Meta-Sanguinários
Vários
Mas chega já de considerandos trinitários, esquece a dica das eras e dos aquários e desaperta o cinto p’rós seguintes alucínios culinários
- É que os impares não impam pouco mais ou menos
Caldeiradas de enguias, senos e co-senos
Com o escrito à vista e a vista a mostra
A mesa hoje assim
Para ti lagosta, porque sim
Mas porque sim não é resposta
[ e(') do que és-serás-foste-partirás
Processo de seres ou não capaz de fazer melhor que um Satisfaz
Que desta vez contra Caifaz te possas insurgir e não achar que tanto faz o que passou como o que está p’ra vir fazendo o favor de não confundir as referências peroladas com as lentilhas preferências desabençoadas[
Ó maior não trocas um refrão por estas notas
Say what?
Tiradas as cotas
Assim desenquadrado se desenquadrado
Tempo de impor derrotas por metro quadrado
Remontando o predicado
Predicamento receitado deste consultório parcamente subsidiado
Que ruge ser a hora de desatracado portanto do licenciado pranto
Adeus Ó Vila Nova de Ti, que tens porto para cruzeiros camones
Pudéssemos nós daqui ir até ao outro ocidente
Não fossem Magrebe e Algarve um mesmo referente
Oxalá um dia por ti e à mão se produza a restauração que é de terra construção e à habitação devolve a habituação que envolve
e que de madeira tem o molde
e não o frio do ladrilho industrial, falta um Mourinho do adobe em Portugal
E esta é a tese in advance e seminal
Vemo-nos no/na tal
Texto a linkar,aqui; again, props pró Sagopa Kajmer p'lo fomento instrumental.
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